terça-feira, 13 de junho de 2017

That Late Easter Lookbook - 2017 edition

Como de costume, decidi tentar juntar das duas partes mais que mais me moldam como pessoa, o orgulho se ser Açoriana e de ser Vianense, daí os brincos e o cabelo solto, sem nunca esquecer o meu eu e os meus gostos que não se encaixam muito com o resto, daí as cores pastéis.

Ok, não consigo enganar ninguém, queria parecer filosófica e cheia de significado para tudo, mas simplesmente escolhi um vestido bonito, pastel e com flores, como eu gosto, pus os brincos à rainha que a minha avó dos Açores me deu quando eu era pequena (logic), não me apeteceu fazer grande coisa com o cabelo, não que a humidade deixasse, e usei os sapatos e a mala que levei aos meus proms.

Desculpem ter tentado ser filosófica, é capaz de não voltar a acontecer.
Sejam felizes. 





Brincos à Rainha - antigos
Vestido- Lefties (aqui)
Sapatos- Sfera 
Clutch- Bijou Brigitte

Com amor,
Laura

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Brace yourselfs, my birthday is coming

Eu linda e maravilhosa, com 3 ou 4 anos, já a demonstrar o meu entusiasmo pela chegada dos 19.
A entrada nos 19 vai ser linda, com um teste e uma possível apresentação de um trabalho nesse dia, ainda por cima calha numa segunda-feira, odeio quando os meus aniversários calham à segunda, enfim, manias sem jeito nenhum, e não consigo de forma alguma exteriorizar completamente o meu entusiasmo (nenhum). 
Principalmente por calhar naquela que vou considerar de "uma das piores semanas do semestre" com muito amor e carinho.
Que passe depressa, os testes e as apresentações corram bem, e que alguma alma penada me arranje um bom disco externo, uma PowerBank e a chave do Euromilhões, não peço mais nada.
Ok, e vontade de estudar, dá sempre jeito.
 Por agora é tudo.

Com amor,
Laura

 💫 Feliz dia da Criança 💫

terça-feira, 30 de maio de 2017

O meu ano de Caloira

Em Setembro tomei duas decisões que, com o tempo, provaram ser as melhores da minha vida.
Jurei a mim mesma que ia ser a melhor versão de mim, aquela que sempre quis ser, mas que por qualquer motivo, nunca fui. Ia ajudar os outros naquilo que pudesse, ia dar o melhor me mim, e trataria todos da mesma maneira, com amor, carinho e respeito.

E depois das matriculas, quando surgiu uma questão que, sinceramente, nunca me tinha passado muito pela cabeça - a praxe- decidi que ia levar aquilo até ao fim, sofresse o que sofresse, vivendo o que vivesse.

Estas duas decisões abriram-me portas inimagináveis, graças a elas, conheci pessoas que de qualquer outra forma não teria sequer pensado em falar, conheci praticamente todos os meus amigos de Aveiro na praxe, e acredito que a minha mudança de atitude tenha ajudado a que essas pessoas ficassem.

A primeira semana foi de morrer, as viagens a casa matava-me (é por estas e por outras que agora só vou praticamente a casa de mês a mês), os testes deram cabo de mim, a época de exames e a de recurso tiraram-me anos de vida, os trabalhos, as  noites sem dormir, o esforço e as noites sem dormir, a praxe, e a independência que encontrei, fizeram e fazem tudo valer a pena. 

No desfile, na semana académica, fiquei sem pulmões, fiquei com um bocadinho de frio, e deitei uma lágrima, enfim, emocionei-me, porque estava na cidade que me tinha roubado o coração no 10º ano, quando estava a voltar de um casamento em Sintra,  estava no curso que tanto queria, e à minha volta estavam pessoas que espero levar para a vida, que me enchem o coração e que fazem todos e quaisquer momentos nesta nossa Veneza Portuguesa valer a pena.

Não me arrependo de nenhuma decisão, de nenhum jantar, de nenhuma brincadeira que tenha feito, de todas as vezes que fiquei sem voz. Sinto que vivi em pleno o meu ano de caloira, apenas se é caloiro uma vez, e gosto de acreditar que fui (apesar de tudo) uma boa caloira do nosso mágico ISCA Aveiro, e aqui entre nós, podem ter a certeza que levo o ISCAA no peito, até ao fim, que com ele dava a volta ao mundo, e que quero passar com ele mais do que todo o ano.

Graças a Deus não nasci Aluviã.

Com amor, 
Laura
Caloira 66

P.S.-Só ia desabafar sobre este tema em Agosto ou em Setembro, depois do final definitivo do meu ano de caloira no nosso mágico Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Aveiro, mas por motivos de força maior, aqui estão os meus mais sinceros pensamentos.

O meu ano de Caloira - a prequela



A chegada do meu ano de caloira foi muito (talvez até demasiado) antecipada, durante muito tempo, quando estava triste com a vida, ou farta de alguma coisa, pensava para mim:

"Faltam X anos e Y meses para a faculdade, já só faltam X anos e Y meses, X anos e Y meses..."

Essa linha de pensamento ajudou-me bastante, até me acalmava, fazia-me sentir muito melhor comigo mesma e com o meio em que me rodeava, porque eu sabia que, ao fim desse tempo, desses X anos e Y meses, estaria na melhor fase da minha vida.
A ideia de todo o trabalho que teria para fazer, das imensas noites sem dormir, e obviamente, do esforço de estar longe de casa, sozinha, pela primeira vez, dos amigos que poderia vir a fazer, aqueles que verdadeiramente levaria para a vida, de certa forma… fascinava-me, pois sabia que, no meio desse desconhecido todo, me encontraria a mim própria.

Ainda não me encontrei verdadeiramente mas sinto que estou mais perto do que alguma vez já estive

Como já disse anteriormente, a minha ideia original era seguir Biologia Marinha (ou qualquer coisa de Biologia para ser sincera), mas depois (ok, durante) da terrível guerra com a Física e Química no 11º ano, cheguei á conclusão de que… não poderia nunca na vida seguir Biologia. Os cursos tinham muita Física, muita Química, e, conhecendo-me como me conheço, sabia que não conseguiria fazer nada disso, ainda para mais, tive de mudar de escola no 12º para ter biologia como cadeira opcional em vez de química, logo, nunca mais na vida conseguiria fazer químicas orgânicas,inorgânicas, e whateveres.

Quando cheguei a essa conclusão, o chão fugiu-me dos pés, todo o futuro que tinha planeado para mim, desaparecera, e a contagem decrescente continuava, "faltam X anos e Y meses para a faculdade, já só faltam X anos e Y meses, X anos e Y meses..."

Não sabia o que fazer, para onde me virar, até que, certo dia, fui “salva” pela blogosfera, vi uma blogger que dizia que tinha estudado Marketing, pesquisei o que era, e percebi que era (digamos), a minha segunda oportunidade de ser feliz, era algo que me via a fazer, que explorava o meu “lado artístico”, e que, caso corresse mal, poderia ajudar-me com este blog que ninguém lê e que já tenho desde Outubro de 2013.

Aveiro já me andava a ecoar na cabeça à algum, tempo, e quando descobri que havia Marketing em Aveiro… foi ouro sobre azul. MAS, a física-e-química tinha deixado as suas marcas, estragava-me a média de tal forma, que sabia que se entrasse, seria das últimas colocadas.

Procurei alternativas, licenciaturas que depois me permitissem tirar o mestrado em Marketing. E daí veio a ideia da Gestão, e, por algum motivo, pensei em… Évora (cof cof, média, cof cof).

Imaginem, Laurinha, a vossa Açoriano-Vianense preferida, no Alentejo.
Só o mapa mental tem piada.

E… deixei a ideia de Aveiro para o lado, porque sabia que não entrava.
Simplesmente sabia.
Eu queria dizer que não, até porque a quantidade de tempo que passei a conhecer Évora no Google Maps me criou uma afeiçãozinha pela cidade, mas chorei bastante, os meus pais não gostavam da ideia, mas ao fim de algum tempo, já estava mentalmente preparada para essa aventura

No dia em que saíram as notas dos exames, conheci uma rapariga que ainda hoje levo no coração, que me disse uma coisa que acabou por alterar a minha vida, disse-me que eu podia ir para a pós-laboral, e depois… trocar para a turma diurna. Nessa eu entrava bem, então… mudei as minhas opções, porque dessa forma, já sabia que vinha para a Veneza Portuguesa, a única questão seria o horário, mas… entrava. Garantidamente.

De repente, os X anos e Y meses passaram a ser apenas Y meses, quando dei por ela, só faltavam W semanas, de repente, estava a dias, do grande dia, saíram as colocações e…
Entrei, em pós-laboral, mas entrei.
Aveiro ia ser a minha nova casa.
Vinha para o curso que tanto queria, numa cidade por quem me apaixonei no final do 10º ano, quando fizemos uma paragem rápida, na vinda do casamento que tivemos em Sintra, fiquei tão feliz, que juro que vi estrelas, o meu coração batia imenso com toda aquela emoção.
No dia a seguir ao dia das colocações, viemos logo para Aveiro, arranjei logo um quarto muito bem localizado (na minha humilde opinião), no dia a seguir foram as matrículas, e, posso dizer que, de certa forma, foi ai que senti que o meu ano de caloira tinha começado oficialmente. 

E o resto, é história, mas é uma que podem gostar de ler, daqui a bocado já vos conto tudo.

Com amor, 
Laura
Caloira 66

P.S.-Só ia desabafar sobre este tema em Agosto ou em Setembro, depois do final definitivo do meu ano de caloira no nosso mágico Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Aveiro, mas por motivos de força maior, aqui estão os meus mais sinceros pensamentos.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Para ti Ju, do fundo do meu coração

Se por um lado pode-se dizer que as palavras são (por assim dizer) a minha coisa, nunca serão suficientes para exprimir o que significas para mim, nunca poderei exprimir completamente todo o orgulho que tenho em ti, o quão a tua força, a tua humildade, como trabalhas de forma incansável e apaixonada, e o quão adoras aquilo que fazes e os sacrifícios que passas e ultrapassas para alcançar os teus sonhos são apenas algumas das tuas qualidades que me inspiram a ser melhor e me fizeram crescer como pessoa, é que nem conseguirias imaginar.
Foste das primeiras pessoas a acolher-me na temível mudança de escola no 12ºano (tecnicamente foste a primeira, porque enviaste-me um pedido de amizade no Facebook na véspera do primeiro dia de aulas, mas isso são pormenores) e desde então tens sido, de certa forma, uma constante na minha vida, e sei que sempre que te ligar, vou ter um raio de sol do outro lado, com muitas aventuras para contar e sempre pronta a alegrar aqueles que a rodeiam.

Obrigada por tudo Ju, por seres quem és, por tomares conta da minha Bichinha (ou será ela que toma conta de ti ???), espero, não, sei que um dia serás uma grande enfermeira (independentemente de vires da Guarda ou da nossa Viana), espero que nunca me dês picas e que nunca percas essa tua energia contagiante.
Obrigada por tudo mana, e já sabes, quando quiseres ir a Aveiro ou ao Pico, és sempre bem vinda ❤






Com amor,
Da mana Laura ❤

P.S. - Porque simplesmente me apeteceu exprimir o meu carinho por ti de uma forma completamente aleatória e sem sentido nenhum, afinal, só fazes anos em Agosto e nunca escrevo testamentos a ninguém, muito menos no blog, tudo de bom mana, kisses na bunda, e vai assustar a nossa Martolas, sabes que ela bem precisa xD 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Quotes #17

 "You know, life throws these things at us, life makes us wonder if we should be less naive, less childlike, less enthusiastic, less excitable. 
These things are looked down on when we grow up. 
And I guess what I’m trying to tell you is that the way you’re dancing tonight; yes, it’s childlike and enthusiastic and excitable and it’s beautiful. 
That’s how I want you to live your life."
Taylor Swift 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Sempre a tempo e horas - com uma pitada de opinião

Sei que já passaram uns dias, mas não podia deixar passar este acontecimento, que nem num milhão de anos esperava que viesse a acontecer, afinal de contas,  cresci a ver o contrário a acontecer e nunca vi ninguém a acreditar muito na causa, mas claro, depois de sermos CAMPEÕES EUROPEUS DE FUTEBOL no único ano em que acompanhei devidamente o acontecimento, está claro que no único ano em que não acompanhei o Eurovisão como deve de ser.... GANHÁMOS!!!

“Music is not fireworks; music is feeling. So let’s try to change this and bring music back.”
Já tinha ouvido um certo buzz em relação à musica, e a termos ido à final (o primeiro milagre), mas não liguei muito. Quando ouvi a música pela primeira vez (e todas as vezes a seguir), fiquei encantada, MAS, a equalista e a parte mais liberal de mim acabaram por ter que vir ao de cima, e acabando por estragar-me a música e por me fazer sentir culpada/mal de cada vez que me emociono com/canto/whatever a música, para vos explicar como deve de ser, concentrem-se na letra, nada mais, apenas a letra.
Amar pelos dois 
Se um dia alguém
Perguntar por mimDiz que viviPara te amarAntes de ti
Só existiCansado e sem nada p’ra darMeu bemOuve as minhas precesPeço que regressesQue me voltes a quererEu sei
Que não se ama sozinhoTalvez devagarinhoPossas voltar a aprenderSe o teu coração
Não quiser cederNão sentir paixãoNão quiser sofrerSem fazer planos
Do que virá depoisO meu coraçãoPode amar pelos dois 
Autoria: Luísa Sobral | Interpretação: Salvador Sobral
A que conclusão chegam?
Exatamente!!
O Salvador(A) desvaloriza-se completamente, pois considera que antes de B não existia, todas as suas vivências, memórias, conhecimentos adquiridos não serviram de nada, B é o norte da sua vida.
MAS, B a certa altura deixou de sentir o mesmo que A, enfim, as pessoas mudam, e seguiu em frente, uma decisão que para mim é a mais acertada, então B, em vez de também seguir em frente com a sua vida e tentar encontrar alguém novo para amar ou arranjar forma de se amar a si próprio (porque claramente tem problemas de auto-estima), decide fazer o contrário e implorar (embora de uma forma muito gira, fofinha cutxi-cutxi) a B que volte para si, que o volte a aprender a amar, mesmo não sentindo paixão nenhuma, e acreditando que B lá volta para a tal relação (na minha opinião, um bocado sem vontade), e até que B o volte a amar, o coração de A é que vai amar tudo, o que, me parece o mesmo que falar para uma parede, não sei se me consegui fazer entender.
Se alguém me aparecesse à frente e me cantasse alguma coisa do género, independentemente  de ser boa pessoa ou não, seria convidado a ir dar uma curva.
Por respeito a mim e a essa pessoa.

E é por isto que apesar de estar muitíssimo contente com o facto de termos ganho alguma coisa (no Enterro até puseram a atuação nos ecrãs e tudo, foi lindíssimo), o meu subconsciente rejeita a música.
Enfim, não tem jeito nenhum, mas é o que temos.

Com amor,
Laura

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fui ao Carnaval de Ovar - Noite Mágica

Bem... já passou um mês (e uns dias) desde a minha última entrada aqui no blog, mas  não tem dado para mais, tenho escrito pequenas notas aqui e ali, mas nada fora do normal, então, hoje que estou de bom humor vou partilhar com vocês a minha mais recente “aventura”, que, mais uma vez, não é nada assim muito fora do normal, e juro que gostava de pôr fotografias, mas não fui abençoada com a capacidade de ficar decente de forma inesperada, enfim, vocês compreendem.
Vamos lá começar.

Fui à Noite Mágica do Carnaval de Ovar


Já não festejava o Carnaval à uns anos (os desfiles da escola não contam), porque desde o meu sexto ano que por esta altura os meus pais conseguiam arranjar um tempinho e íamos passear a algum sítio, daí já ter ido a Paris, ao Algarve (sem dúvida a melhor altura do ano para tal, se bem que dessa vez também demos um saltinho a Sevilha), Madrid, Roma, Londres e Barcelona, e no anos passado tive a minha "viagem de finalistas" com a escola antiga antiga, a Londres (e acreditem que um dia vou voltar lá), antes destas escapadelas, íamos passar o Carnaval aos Açores, e eu adorava, eram cinco dias de festa, muita água e farinha, e a minha avó fazia fatos mesmo giros para eu, o meu irmão e o meu primo para levar-mos aos bailes, enfim, eram os melhores Carnavais.

Este ano, por "forças do destino" não deu para juntar a família, eu tinha aulas na segunda-feira de Carnaval, o meu querido irmão foi a Roma com a escola (depois de muito trabalho por parte deles e dos professores para angariarem dinheiro suficiente para não ficar nenhum para trás e assim poderem todos ir), e a minha mãe não ia ficar sozinha em casa, então foi aos Açores ter com o meu pai.

Conclusão,fui festejar o Carnaval pela primeira vez em anos, saí das aulas, fui a casa, ajeitei-me pus a minha bandolete com orelhinhas e chifre de unicórnio, e foi esse o meu disfarce, nada de outro mundo, juntei-me a uns amigo, apanhámos o comboio, quase morremos com o pessoas que estava a fazer o Carnaval DENTRO do comboio, enquanto estávamos piores do que sardinhas em lata, depois para sair da estação foi outro fim do mundo, esperámos pelo resto do grupo num jardim,e depois de dar uma volta lá fomos parava Praça das Galinhas, dançámos imenso, e fiquei toda tola a ver a criatividade das pessoas que estavam lá mascaradas, tinham lá fatos que devem ter demorado semanas a fazer, estavam lá uns astronautas que tinham luzes nos fatos e tudo, uns Simpsons que estavam cinco estrelas , mas os meus preferidos da noite, que me fizeram partir a rir, e com quem eu deveria ter tirado uma fotografia, uns que foram... de saquinhos de chá !!!
Só não gostei de uns que estavam vestidos como membros dos KKK, achei uma "piada" de muito mau gosto.

Adorei, e para o ano vou outra vez, os meus amigos de Ovar já me disseram que para o ano vou nos dias todos, quero dizer que mal posso esperar, mas ainda quero fazer muita coisa antes de festejar outra vez o Carnaval, portanto... estou bem a esperar mas mal posso esperar ? Faz sentido? 
Provavelmente não.

Bem, por hoje é tudo, tenho que estudar, neste semestre não quero ir a recurso.

Com amor,
Laura